Não tenho muitos amigos e não sou uma pessoa lá muito afável para quem acabei de conhecer ou conheço mal.
Não sou de falar com este e com aquele e sempre primei por ter poucos mas bons amigos, isto porque só me revelo verdadeiramente enquanto pessoa a quem quero e quando já tenho bastante à vontade e uma confiança fora do normal. Lamento mas não partilho da máxima de que todas as pessoas são boas até prova em contrário, eu sou mais o inverso: não confio enquanto não entender que aquela pessoa é merecedora de confiança. Aí, quando gosto verdadeiramente, apresento o melhor de mim e dou-me por completo. E garanto, sou transparente.
Quem me conhece não precisa de palavras para saber o que penso, se estou bem ou mal, basta olhar e a resposta está lá como se de um letreiro luminoso se tratasse.
Tenho muito poucos amigos, mas posso gabar-me de ter os melhores. Eles sabem quem são e eu valorizo-lhes a paciência que têm para me aturar. Estiveram sempre lá!! Quando tremia com os exames mais importantes da minha vida, quer a nível pessoal quer profissional, vibraram com as excelentes notícias (houve até quem me chama-se a wonder woman, imagine-se!) e torcem para que tudo corra sempre o melhor possível.
Isto tudo para dizer que há quem se lembre de mim, ainda que atolada de afazeres, e se dê ao trabalho de me enviar presentes por correio, só para encurtar a distância e lembrar que está sempre presente.
Aos meus amigos, que mimam as M&M's como se fossem também parte deles, que se preocupam, que festejam as minhas conquistas mais que eu, que choram comigo e amparam quedas, muito obrigada!!